24 maio 2023

Experiência sobre Dança do Ventre e Cigana







Dançar é mágico.

Dançar cura medos, fobias.

Dançar aperfeiçoa o nosso corpo.

Dançar liberta a nossa alma.

Soraia F. Navarro


A dança me proporcionou maior expressão de meus sentimentos. Quando mais nova, tive muitos problemas para falar. Eu gaguejava e tinha muito vergonha. A dança me ajudou ajudou a me curar de muitos traumas internos, me ajudou a me expressar melhor e a principalmente me amar e me aceitar. 


BENEFÍCIOS DE DANÇAR.
  •  Exercitar a sensibilidade motora e musical.
  •  Desenvolver a concentração e a disciplina.
  •  Trabalhar questões relacionadas à feminilidade e sexualidade.
  •  Favorecer o auto-conhecimento ao exercitar a discriminação e expressão de sensações, sentimentos e pensamentos.
  •  Ressignificar partes do corpo.
  •  Possibilitar a construção de uma auto-imagem positiva.
  •  Favorecer a auto-confiança e a assertividade.
  •  Criar um canal de socialização a partir de vivências coletivas que estabelecem vínculos afetivos.
  •  Ensinar uma forma de expressão artística que abre canais para a manifestação de conteúdos emocionais que dificilmente se traduzem por meio de palavras.
  •  Promover valorização e cuidado com o próprio corpo, o que favorece um aumento da auto-estima.
  • Trabalhar diversos aspectos físicos, tais como: condicionamento, flexibilidade, postura, agilidade, bem-estar e coordenação motora.
  •  Resgatar uma forma de conexão com a espiritualidade.
  • Consciência Corporal











SORAIA NAVARRO E GABY SHIBA

Breve Biografia

Eu (Soraia Navarro) sempre dancei desde pequena, mas nunca fiz aulas presenciais. Aprendi sozinha dança do ventre e sempre dancei a cigana, que trago no sangue desde pequena. Aos 24 anos iniciei estudos em dança do ventre e dança cigana para aprimorar a técnica. Mas todo o estudo que obtive não acrescentou muito em minha dança, pois tornava-se cada vez mais artificial. Gostava mesmo dos grupos, que me ajudavam a me soltar quando dançávamos e tornava tudo mais harmonioso. Mas como tudo na vida, nada é para sempre, o grupo acabou e retornei aos estudos de dança. Fiz wokshops com Ju Marconato, Samra Sanches, Carla Silveira, Alejandra, Natasha Sussekind (Cigana), Marcia Gaya(Cigana), Claudia Sartore(Cigana). Fiz curso de formação em Yoga, florais, mestre em reiki e agora também escritora.
Em 2009 fiquei grávida de minha primeira filha, e percebi que a dança do ventre tinha que vir de dentro como a dança cigana. Parei com todos os cursos e iniciei estudos por conta própria para descobrir minha essência. O tempo passou e vieram outras filhas até que, um dia, conheci o tribal, através de Tati Craveiro. Através do tribal, percebi que a dança, embora diferente, não pode ser separada. Fiquei muito feliz com o tribal e através deles me transformei tanto na dança cigana como na dança do ventre. O ensino para cada uma é diferente, mas quando unimos os passos percebemos a união de todas as modalidades de dança cujo intuito é a tão sonhada consciência corporal e o benefício que isto pode proporcionar em nosso corpo. Aprendi que cada um traz a sua dança em sua essência e é por isso que cada pessoa dança de uma maneira e isto transforma vidas. Essa essência que despertei e aprimoro a cada dia e passo adiante para todos aprendam o caminho. Você não vai dançar como Shakira, Beyonce e como tantas dançarinas famosas que existem. Porque você é Único(a). E desenvolverá a sua dança. Melhor do que estas que citei, pois trás a sua essência. Assim com quero ser EU e ensino para que você Desperte seu EU. Dança precisa ter técnica, alongamento para você não lesionar o corpo, mas primeiramente Amor, pois é através dele que aprendemos a simplicidade dos gestos que fazem a diferença. Através de nossa autoestima transmitimos nosso ser através do olhar, através da autoconfiança  transmitimos  sensualidade com um gesto simples de mãos, e com nosso sorriso  transmitimos felicidade através dos passos. Esta é a verdadeira dança, a conexão com nosso EU verdadeiro. Isso que eu ensino, a despertar o seu Eu através das técnicas que aprendi na dança do ventre, dança cigana, dança indiana e no yoga. Cada um a seu tempo. Venha nesta jornada comigo. 
Beijos no coração.
Soraia Navarro






História de Escritora


Olá! Meu nome é Soraia Ferreira e sou escritora há 13 anos. Hoje venho compartilhar um pouco da minha história com vocês.

Sempre sonhei em ser professora. Quando passei no concurso, ingressei na faculdade de Letras, certa de que aquele era o meu caminho. Mas a vida, com sua sabedoria silenciosa, tinha outros planos para mim.

Após a graduação, mergulhei em novas formações: estudei danças orientais (ventre e cigana), fiz mestrado em Reiki e me formei em Yoga. Comecei ensinando dança, mas a escrita — que sempre viveu em mim — voltou a me chamar.

Escrevo desde pequena: cartas, poemas, dedicatórias. Mas nunca imaginei que me tornaria escritora. Quando namorava (meu namorado é hoje meu marido), escrevia poemas, dedicatórias, músicas — mesmo sem saber cantar — e passava horas criando histórias e copiando desenhos dos meus personagens favoritos, como Sailor Moon, Guerreiras Mágicas e Sakura. A arte sempre esteve presente.

Quando me casei, escrevi meu primeiro livro: O Vilarejo, meu grande xodó. Lancei a obra em 2011 por uma editora, pois ainda não conhecia profundamente o mercado literário. Após algumas insatisfações, em 2012 decidi trilhar o caminho da autora independente.

Foi trabalhoso? Sim.
Mas também libertador.

Passei a ter autonomia sobre minhas criações — inclusive sobre as capas, que hoje eu mesma pinto. A capa de O Vilarejo não foi criada por mim, mas a partir do segundo livro enfrentei o medo, confiei no meu talento e assumi também essa parte artística do processo.

Em 2018, lancei A Origem Gaya e as Primeiras Civilizações. É um romance, mas com uma proposta completamente diferente do primeiro livro — com traços de ficção científica, enquanto O Vilarejo carrega uma atmosfera espiritual e sensível.

Em 2020, publiquei Aquamaran, continuação de A Origem. E em breve estarei lançando a finalização desse projeto.

Minha jornada continua nas feiras literárias. Já participei de diversos eventos para divulgar meus livros, mas acredito que as feiras de livros são as mais potentes, pois o público já está voltado para a literatura.

Não escondo: enfrento muitas dificuldades na divulgação e nas vendas. O mercado editorial é caro, e muitas vezes as pessoas não compreendem o valor real de um livro independente. Ainda assim, sigo firme.

Como disse um colega escritor:
"Só permanece no ramo literário quem ama escrever."

E é por amor à minha arte que continuo.

Este ano inicio novas parcerias, pois compreendi que caminhar junto é essencial. No mercado literário, conexões são fundamentais. Sozinhos, o caminho se torna mais árduo — a menos que se tenha grandes recursos para investir.

Por isso, deixo um conselho:
Dividam stands, unam-se a outros autores, construam redes. Juntos somos mais fortes.

A minha jornada continua.
E a escrita segue sendo minha missão.

Soraia

Livro A Origem: Gaya e as primeiras civilizações

  Sinopse A Origem Gaya e as primeiras Civilizações Nos primórdios da civilização, quando os seres humanos eram primitivos e os cosmos eram ...