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A Origem
Aquamaran
Resenha por Dandara.Bueno
Uma Sci-Fi
diferente de tudo o que você já viu. Essa é a melhor definição para essa ultima
obra da autora brasileira Soraia Navarro, que adentrou os mais profundos
sentimentos e aspectos do ser humano para embasar o seu enredo e nos trazer uma
história que não só nos fala sobre outros mundos e culturas, mas também como
tudo aquilo que criou esta intrinsecamente interligado com acontecimentos
atuais, nos fazendo questionar diversas atitudes e equipará-las aquilo que
vivemos dia após dia.
Nesse livro
acompanhamos o desenrolar de sua última história, onde Gaya esta completamente
diferente devido a ações de seres ambiciosos e outros que apenas os seguiam
como fiéis. É comum nos perguntar-nos com frequência de onde veio a inspiração
da autora para a criação de seus inúmeros personagens, cujos quais são bem
trabalhados nas suas mais diversas camadas, deixando bem claro que para ela, a
excelência e riqueza do mundo que criou tem base em uma expectativa pessoal de
trazer ao mundo não só mais uma obra de ficção, e sim algo que possa vir a
fazer-nos refletir quanto a nossas ações e como as mesmas interferem em nosso ambiente.
Nosso querido
Aquamaran, o pesquisador, aparece novamente por suas laudas com o coração
pulsando em busca de amor e discernimento. Nem todas as pesquisas do seu
planeta natal Syron foram capazes de prepará-lo para aquilo que somente os
seres Ayrianos (ou seriam
humanos?)têm de sobra.
Em meio a buscas,
seja por amor ou glória, a história vai se construindo alimentando nosso desejo
de saber que fim essa mistura racial que culminou em mais uma guerra terá.
A densidade do enredo se mistura a novidade jovial da autora que nos
apresenta a cada página um novo sentimento. Um novo gatilho que nos faz estar
presente em cada etapa, planejando, lutando e chorando por nossos heróis.
Uma história que
merece ser lida com paciência para que assim você possa se aprofundar em cada
detalhe que esse novo (ou antigo) mundo lhe traz, repleto de riqueza cultural e
personagens críveis que nos geram empatia do início ao fim.
O destruidor
esta a caminho e tem sede de poder e glória. Ele se alimenta de sangue e medo,
tendo tomado para si a alcunha de O devorador de Mundos. Tudo esta interligado
por fino fio de prata que chamamos de vida. Leia e descubra o que esse novo
mundo lhe tem a oferecer.
Editora Luz no Ocidente
Gaya, ao contrário do que muitos irão pensar não se trata apenas de mais um livro sobre ufologia. Tão pouco é apenas um romance marcado pelo clichê rotineiro ao qual estamos ficando habituados. A história do mesmo nos leva a origem de tudo. Aos primórdios. Não estou falando apenas de primatas, homens com particularidades bem semelhantes as nossas, estou falando sobre os seres primordiais. Seres portadores de GNA provenientes de misturas inter-raciais entre espécies intergalácticas, cujos quais tiveram suas lembranças apagadas e hoje se encontram em processo de constante aprendizado, evolução e ajustes pelos seres superiores.
O livro nos abre a mente de uma forma que faz com que comecemos a nos questionar a respeito dos conceitos e ensinamentos com os quais somos obrigados a lidar no decorrer da nossa formação como pessoa. Nós abrimos de fato a mente para as mais diversas possibilidades de criação sendo inseridos a todos os detalhes das mais diversas culturas interplanetárias existentes no universo.
A forma como a autora relata cada passo da expedição realizada por Aquamaran e seus companheiros vindos de Syron com o objetivo pesquisar mais a respeito dos atuais habitantes de Gaya, a nossa Terra, nos abre margem para diversos questionamentos e nos faz parar para refletir: Será que tudo isso de fato é apenas ficção?
O processo de descoberta do nosso planetoide azul, os estudos e aprimoramentos dos seres são minuciosamente apontados no decorrer da estória, assim como as relações entre as raças. Nós acompanhamos de perto cada processo e evolução. Nós conseguimos sentir as similaridades provenientes de muito tempo atrás, tempo este por nós a muito esquecidos, porém existentes.
Com uma escrita simples e direta, Soraia Navarro nos traz uma reinterpretação da nossa origem, contando com muita pesquisa, o auxílio de seus mentores e o seu talento natural para as artes escritas.
Seu protagonista, Aquamaran, consegue nos trazer seu ponto de vista e nos conquistar no decorrer do enredo, nos fazendo desejar ler uma página atrás da outra freneticamente. Suas ideias reforçam sempre que todos estamos sempre em um processo de evolução e que devemos sempre ter em mente que as relações entre as pessoas são a chave para a construção se seres melhores e mais evoluidos.
FEUC - Fundação Educacional Unificada Campograndense.
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Confira um trecho do livro abaixo:
" Aquamaran fora o último a embarcar e todos estavam preocupados, pois como o chamado mental não surtiu efeito, eles utilizaram a localização por chip que todos os syronianos tinham debaixo da pele. Quando o chip foi acionado, Aquamaran sentiu e retornou imediatamente. Na nave, Arae o colocou sobre severo interrogatório.
"Toda manhã, depois do desjejum, Aimeé saía em direção ao vale. Passava pelo campo de flores e ia visitar um bando de cavalos que pastavam ali. Sentava-se no meio das flores e olhava os animais, ficava contemplando eles se divertindo. Aimeé sentia-se sozinha por não ter mais irmãos, por isso cuidava dos animais com muito carinho. Não dos cavalos, pois estes nem a deixavam chegar perto, mas em sua casa havia muitos e os tratava como se fossem irmãos. Recentemente, ela havia descoberto essa família de cavalos selvagens e passou a admirá-los, ainda mais depois de ter visto o parto de um potrinho que trotava feliz da vida no vale.
Certo dia, ao chegar ao vale, viu cinco meninos com cordas olhando para os cavalos. Desconfiando da intenção deles, Aimeé correu na direção dos animais e gritou. Assustada, a manada correu.
Os meninos, injuriados com a reação dela, começaram a ofendê-la. Um rapaz aparentando uns 18 anos foi na direção dela e debochou:
- O que foi garotinha? Está treinando para sua aula de canto?
-Não vou deixar vocês pegarem animal algum. – Disse Aimée firme, mas receosa.
-Por acaso eles são propriedade sua? - desafiou ele.
- Não é propriedade de ninguém. Eles são uma família, se separá-los ficarão tristes.
-Ficarão tristes? -zombou ele- São animais! O que eles entendem de tristeza?
-Você não entende, porque é um grosso. Os animais têm sentimentos como nós.
-Você não deveria estar em casa brincando com as bonecas, riquinha? - debochou ele - Não se intrometa em assuntos de homens.
- Que homens? Se eu brinco com bonecas, vocês ainda devem ter seus cavalinhos de pau- zombou Aimeé com as mãos na cintura.
-Você acha que isso é brincadeira? - disse ele com expressão de raiva.
- Enquanto eu estiver aqui, vocês não vão levar os animais. - disse ela com autoridade.
- É? Você estando aqui ou não, nós vamos levar os animais. Quero ver quem vai me impedir? - desafiou ele indo embora.
- Vamos ver. Amanhã estarei aqui. – devolveu Aimeé.
- Ótimo!
- Ótimo!"
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